Muito Prazer, me chamo Henricco, morador de Guarulhos-SP. Formado em Hotelaria e Apaixonado por arte.
Sempre vi as coisas de uma forma diferente, e além disso, também me sentia diferente, por isso quando criança tive a iniciativa de me assumir como homossexual para o mundo, entre esses momentos, passei por diversas experiências que muitos garotos de hoje não passaram ainda, outros nem irão. Então criei este BLOG, com o propósito de expor as cenas vividas por mim, para o mundo, mostrando que todos nós podemos ser alguém, da forma que queremos, e não ser idealizado como a sociedade nos propõe.... Além disso, o propósito principal do blog, é fazer com o que a minha lição de vida, se identifique com alguns adolescente, principalmente os mais novos, ou não assumidos. Esse propósito também serve para ajuda-los de alguma forma em suas vidas, não os incentivando a homossexualidade, e sim mostrando a vida através da minha experiência.
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Seja criativo, e aproveite a oportunidade para acabar com dúvidas sérias e evite assuntos desnecessários
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@riccolatto
1- SAINDO DO ARMÁRIO-O INICIO do meu INICIO/ Meus Construtores
Meus pais são primos, tenho uma irmã, que é a mais velha dos irmãos, tenho um outro irmão, e por ultimo eu. Meus pais cresceram juntos, e viviam juntos, primos, de uma família alegre e unida.
Meu pai, é mais velho do que minha mãe 10 anos, eles se envolveram na adolescência, meu pai, saiu da sua pobre cidade, e vez como muitos moradores da região nordeste, veio tentar a vida em São Paulo, aos poucos foram vindo todos os seus irmão e irmãs. Quando chegou aqui, sem ter lugar para morar, conheceu uma família, onde se abrigou por um bom tempo, e contribuía com as despesas da família, pois graças a Deus, ele tinha conseguido um emprego, numa empresa de ônibus, lá ele aprendeu de tudo um pouco, começou limpando banheiro, depois aprendeu a mexer com a manutenção dos ônibus, passou a trabalhar como motorista, mas sua paixão mesmo era trabalhar como “salva-vidas” com um guincho que ele era apaixonado. Pouco tempo depois, ele retornou na sua cidade, para trazer minha mãe, quando chegou lá, soube que minha mãe estava grávida, e que já até tinha ganhado a criança, sim, era verdade, ela engravidou antes dele sair de Pernambuco. Meu pai com 28 anos, já estava com a vida um pouco estabilizada, trouxe minha mãe com 18 anos e minha irmã, com 3 meses de vida, e alugou parte de uma casa em uma pequena vila na cidade de Guarulhos São Paulo, parecia zona rural, alias, era somente mato, e poucas casas aviam naquele lugar.
A casa era em um terreno até que grande, viviam ali uma família e meu pai com minha mãe e minha irmã em apenas um cômodo.
Com o passar do tempo, meu pai acabou comprando o terreno onde já morava, a família se mudou para uma casa ao lado, e ai meu pai construiu mais cômodos.
Anos depois, nasceu meu irmão, e minha irmã já estava com 5 anos. 11 anos depois, adivinha quem nasce? Rsrs Eu, o futuro sonhador.
DIA 08/05/11 as 00:54
2-SAINDO DO ARMÁRIO- O meu eu quando criança- O meu INICIO.
5- Organizando a vida dos construtores
A primeira vez.
Continuei passando a mão nele, e percebi que ele começou a tremer, olhei no rostinho dele, ele estava tremulo, com o rostinho vermelho, era a coisa mais fofa que eu tinha visto na vida.
Ai, eu tirei para fora e comecei a mexer de qualquer jeito, não sabia como fazia, nunca tinha feito nada parecido.... aos poucos eu fui aprendendo o babado, e continuei com muito cuidado!
Ele tem a mesma idade do que eu, chamarei daqui por diante de (R), pela inicial do nome dele. Na época, além de ser uma gracinha, ele tinha documento de gente grande.
O garoto com 12 anos, já tinha tudo de bom, fiquei louquinho!! Já maluco querendo namorar o garoto!!
De repente eu pensei super rápido e o chamei para ir em minha casa, não tinha ninguém, mas não fomos em casa, é assim, em casa, temos outros dois cômodos com banheiro separados, mas no mesmo quintal. Peguei as chaves deste, e fomos para o ninho. Rsrsr
Aos meus 2 OU 3 anos de idade, eu e minha mãe visemos uma viagem para a zona rural de uma pequena cidade no interior de Pernambuco, fomos visitar parentes, os tios, meu avô, e outras pessoas.
Os primeiros dias eu estava um pouco tímido, pois não me lembrava daquelas pessoas, mas sim sabia que eram, sangue do meu sangue. Com o passar dos dias, eu fui me acostumando, pois não aviva como eu correr, e tive que me MISTURAR um pouco. Comecei a a fazer amizade com minhas tias, que também eram bem novas, poucos anos de diferença entre nós, e lá avia apenas um menino, além de mim, que também era meu tio.
Passamos vários dias todos juntos brincando, pegando pequenos peixes em um pequeno lago próximo a casa do meu avô. Hoje eu não sei se eram peixes ou girinos. Srsr
Um certo dia, acredito que era em um sábado, mas não me lembro a data, minha mãe resolveu passar o restante da viagem na casa de uma outra tia, essa por sua vez era casada e tinha um casal de filhos, que já eram grandes, estavam na fase da adolescência. Ficamos lá, por um tempo, a casa já não era em sitio, e sim em uma pequena cidade.
Um outro dia, tinha alguma apresentação de dos meus primos, eu não me recordo o que era na verdade, só me lembro que meu primo estava vestido com uma roupa brilhante, como se fosse um soldado, ou algum membro de marcha de carnaval. Quando vi o garoto vestido, fiquei um tempo admirando, com olhar congelado e respiração acelerada, com um ego de felicidade no qual eu não entendia, mas sim sabia que não estava admirando a roupa, e sim todos aquele conjunto.
Aos meus 7 anos de idade, já em minha cidade Guarulhos, Grande SP, comecei a estudar no ensino pré.
No meu primeiro dia, quem me levou á escola foi minha madrasta, ela me acordou super cedo, uma 6:30Hrs da manhã, para entrar na escola as 7:00Hrs. Fomos até o colégio e lá fomos informado que o meu horário não era aquele e sim as 11:00Hrs até as 15:00Hrs. Naquele dia me dei conta, de que a partir daquele momento minha vida não seria a mesma, pois ali, começava o meu treinamento para lidar com problemas e responsabilidades futuras.
O primeiro dia, oficialmente na hora certa, foi meio estranho, eu não tinha noção da quantidade de tempo em que iria passar ali, não sabia se eu ia gostar das pessoas, do ambiente e nem de estar ali, só sabia que não iria ficar ali o resto da vida, coisa que outras crianças certamente achavam, pois elas gritavam querendo sair correndo daquele lugar, choravam desesperadamente como se fosse a ultima vez em que estavam vendo seus pais.
Fui para a sala, acompanhado de uma mulher que ficava rondando o pátio. Entrei na sala, com um pouco de receio, percebi que mi olharam diferente, o motivo, eu não saberia dizer naquele momento. As mesas eram redondas, e cada mesa avisa 6 lugares, no qual eu fui submetido a me sentar com outras crianças. Até o horário do intervalo, parecia tudo normal, já tinha me misturado entre aspas com algumas crianças. Chegamos no refeitório, avistei uma pequena fila, na qual as crianças passavam para pegar seus pratos com o alimento entregue pela prefeitura. O sistema era meio como o de presidiário, avisa uma grade, onde separava as cozinheiras das crianças, elas faziam os pratos e jogavam- os em uma mesa, na qual pegávamos e íamos nos sentar em outra para nos alimentar. Naquele dia, a refeição era uma sopa ou um macarrão com um molho marrom e cheiro forte como se fosse de feijão, seu molho era grosso, e de aparência estranha e uma pêra. Me sentei de frente para um garoto moreno claro, ela tinha a pele esquisita, numa cor desbotada, parecia que ele nunca tinha visto o sol na vida dele. Olhei para o prato, e não sem a mínima vontade de comer, peguei um garfo de plástico, e experimentei daquela sopa, o sabor não era tão estranho quanto a aparência daquele prato, ai fui comendo, até associar a textura e a cor do macarrão com o garoto que estava na minha frente. Na mesma hora parei de comer e somente matei a fome com a pêra.
Na volta para a sala, soube que eu estava numa sala errada, e fui imediatamente encaminhado para a sala correta. Me levaram, a mulher explicou o erro para a professora, e eu entrei numa boa, dessa vez foi mais fácil fazer amizades com os alunos, pois, boa parte deles eram vizinhos ou tinha os pais conhecido dos meus.
Me misturei com uma grande parte, fiz minha lição bonitinho e tal, ai a professora deixou um tempo livre para brincarmos, fomos para o fundo brincamos enquanto ela corrigia todos os cadernos. La no fundo um dos garoto que eu conhecia, me pediu para me sentar no colo dele, eu me sentei, não sei como eu sabia que aquilo era errado, e sabia também que ninguém podia saber, daquilo, o motivo eu não sei, mas sim, sabia que estava errado e sabia o que estava fazendo. Me sentei no colo dele, e lê ria, e sai rapidamente, ai ele me disse que era a vez dele, eu me sentei na cadeira e ele se sentou no meu colo, só que ele demorou um pouco mais sentado e pediu para eu passar a mão no seu Bilolo, no seu pênis, eu passei e percebi que estava duríssimo. Não sei o porque mas aquilo me despertou uma coisa muito forte, uma vontade de pegar, mas dessa vez com a mão por dentro na calça dele, ele ria muito, como se não fosse a primeira vez em que ele fazia aquilo.
No final de semana, eu, o meu pai e minha madrasta, fomos para a casa de uma tia minha, la vi meus primos, eram 2 meninos e uma menina, adorava estar com eles, eles eram alegres, lá tinha vídeo game, era em um condomínio e sempre saiamos para brincar correndo ao redor do prédio, lá também avia bonecas, eram muitas, e eu brincava com minha prima e suas bonecas, a maioria delas eram Barbie’s, e também tinha vários bonecos. Eu pegava os bonecos, brincava com eles na frente da minha prima, e quando ela saia eu pegava as bonecas, sem ela saber que eu não gostava dos bonecos e sim das bonecas, eu tinha um grande fascino, elas eram magras, loiras, tinha cheiro bom, roupas bonitas e brilhantes, chamativas, vários sapatos, pentes, filhinhos. Ainda sem entender, eu sabia que ninguém podia me ver brincando com aquilo, o motivo, eu ainda não sabia dizer. Quando fomos embora, dei um passada no quarto dela e peguei um Barbie e coloquei por dentro da minha cueca, para levar para a casa, não sei como não perceberam a minha errada ação, mas sabia que ela não iria sentir falta, pois la avia tantas bonecas, que eu acreditava que nem ela sabia quantas bonecas ela tinha.
Entrei no carro e me sentei, tirei a boneca e a coloquei em baixo do banco da frente. Chegando em casa, fui direto até o meu saco de brinquedos, era um urso muito grande, no qual avia uma passagem para guardar brinquedos, tirei quase todos, e coloquei a minha primeira boneca no meio e coloquei o restante dos brinquedos por cima dela.
Em um domingo, todos aviam saído, só ficou eu e minha irmã, que estava na época da faculdade e passava o domingo inteiro trancada no quarto estudando como uma condenada, aproveitei aquela situação e fui pegar minha boneca para brincar, passei muito tempo brincando e conversando com ela, sem tira-la do saco de brinquedos.
Na escola, nas sextas-feiras, era o dia do brinquedo, onde todos os alunos levavam seus brinquedos para passar o dia mais a vontade com seus colegas, e eu me sentei com algumas meninas, e brinquei com elas e os seus brinquedos, do nada, ali estava ficando chato, e eu fui para uma mesa, para ficar só, levei comigo minha mochila e fiquei ali, com os olhos e as mãos dentro da mochila, brincando com a minha adorável Barbie, sem ninguém ver nada, foi ai que comecei a perceber que avia algo diferente comigo, não sabia ao certo se era meu comportamento, se era algo dentro da minha cabecinha ou se era um distúrbio provocado pelo meu amiguinho de sala que me ensinou a sentar no colo dele.
16/05/2011- às 19:20
3- O INICIO- As causas do PRECONCEITO
Com passar do tempo, percebi que as outras crianças me olhavam com um olhar diferente, avia piadinhas em todos os cantos sobre mim, eu me sentia super mau, até tentei brincando mas com um pouco de realismo, acabar com minha vida, nunca tomei veneno, pois ali eu mesmo crianças, sabia que com veneno minhas chances de sobreviver eram poucas, mas me enforcava, prensava travesseiros e almofadas sobre minha lisa face, para acabar com minha respiração, mas nunca deu certo, eu não agüentava ficar sem ar, e sempre soltava, até pensei em pedir para alguém fazer isso comigo, porque ai eu não teria saída, mas eu analisei e percebi que é difícil se matar, é muito difícil passar para o outro plano, pois como ficaria minhas lembranças? Como viveria minha família dali para frente, sabendo que uma criança, pois fim na sua própria vida? O motivo? Qual? Eu nunca comentei nada, nunca demonstrei o que passava, como eles iriam saber? Será que um bilhete resolveria?? Mas quem iria escrever? Eu não sabia ler e ao menos escrever. Foi ai que comecei a pensar na minha família, comecei a suportar as grandes e duras dores do preconceito, vivi anos sofrendo calado, sendo vitima de BULLYING, sofrendo preconceito, talvez por ter nascido, sim, eu nasci daquele jeito, eu não me transformei, eu nasci!
25/05/2011- ás 18:01
4-O INICIO- Cabeça Banda Larga/ A quebra dos CONSTRUTORES
Com o passar do tempo, minha cabeça ia mudando de uma forma muito rápida, estava me aproximando do pacote mais caro de banda larga SPEED, e eu assistia desenhos, desenhos de contos de fadas, onde eu admirava, as princesas, as personagens boazinhas, e desejava todas as vidas para mim, eu já fui a Cinderela quando era criança, depois virei Pequena Sereia, fui melhor amigo da Bela, saia muito com a Branca de Neves e os anões, depois me transformei em chapeuzinho vermelho, e descobri que o lobo nem é tão mau assim, mas isso é recente....
Aos meus 3 anos de idade, meus pais se separaram, e acho que isso para mim, naquele momento, a culpa foi minha. Um certo dia, eu pai estava em um bar ao lado de casa, eu como adorava meu pai, estava sempre com ele, onde quer que fosse. Minha mãe apareceu no bar, para me levar para casa, para me dar banho, janta e me por para dormir. Eu, chato, como qualquer criança insuportável super mega ultra birrenta, não queria de forma alguma ir para casa naquele momento, e meu pai me pegou no colo, e não deixou que minha mãe me levasse, lá havia uma mesa de bilhar, onde saia minha mãe atrás de meu pai, e meu pai rodeava a mesa, para minha mãe não me levar, no bar havia platéia, onde ficaram todos rindo daquela situação ridícula. Meu pai acabou indo e me levando para casa, para amenizar as confusões, e ainda tinha que trabalhar, pois ele trabalhava durante noite.
Ainda jovem, minha mãe terminou os estudos, e queria cursar uma faculdade, como meu pai era um homem machista, e autoritário, filho de negro com descendência italiana e de uma branca com descendência holandesa, ele não aceitava.
Para dar continuidade aos estudos, minha mãe começou a trabalhar, também contra a vontade do meu pai, que na cabeça dele, era uma o abismo, naquela época para um homem, ter uma mulher trabalhando era um desrespeito, era uma humilhação, uma pouca vergonha na família.
Mas mesmo assim, minha mamãe, estava firme e forte, trabalhando na Penha de França, em uma loja, ela era balconista. Com todas essas mudanças, vários problemas foram surgindo, pois minha mãe não podia abandonar 3 filhos, em casa, pois meu pai trabalhava a noite, tinha que dormir durante o dia, e de dia, minha mãe trabalhava, Ela contratou na época uma conhecida dela, uma negra baiana, conhecida por Dona Chica. Dona Chica, cuidava de mim e do meu irmão, minha irmã na época já estudava, e só retornava para a casa durante a noite. Além de cuidar de nós, cuidava dos afazeres domésticos.
A idéia de ter alguém diferente em casa, era para o meu pai, uma prisão, e ainda lutava para que minha mãe abandonasse seu emprego, para cuidar de casa, e dos seus filhos.
30/05/2001 ás 23:37
Tempos se passaram, e as brigas só aumentavam, uma certa noite, meus pais brigaram feio, e só avia eles e eu em casa, Brigaram, se xingaram, falavam tudo o que sentiam naquele momento, e eu, uma criança pequena, só sabia chorar, gritar, torcendo para que tudo aquilo se acabasse o mais rápido. Todas as palavras, de ambos, foram entrando na minha cabeça, penetrando na minha mente ingênua, que rapidamente se transformou em uma mente maliciosa e com memória carregada de informações. Minha mãe, ali naquele momento, decidiu acabar com tudo, deu um basta nos problemas, e acabou seu relacionamento, o meu pai só perguntou:
1 Você tem certeza do que você quer? Caso mude de idéia depois, eu não volto. Esta certa disso?
Minha mãe confirma, e meu pai começa a pegar suas coisas, e colocar em seu Fusca azul escuro, já com suas coisa dentro do carro, e com o carro ligado, eu sem saber da gravidade daquilo, já bem calmo, coloquei um tênis, sem as meias e me sentei no banco da frente do carro, achando que meu pai ia passear e que não avia problema nenhum eu ir com ele. Ai o inicio de outra discussão, minha mãe não queria deixar meu pai me levar, e meu pai com uma opinião formada, achava que era mais conveniente, a criança nesse caso, ficar com a mãe. Ele conversou com ela, e disse que só ia levar as coisas para uma outra casa, e que ia me trazer de volta. Ele acabou alugando uma casa naquela noite mesmo, pois ele já conhecia o local, e era amigo do dono, com o tempo, o dono colocou a casa a venda, e meu pai acabou comprando.
08/06/11 As 18:55
Depois de comprar a nova casa, meu pai aos poucos foi reformando a casa praticamente toda. Fez os muros, colocou piso na casa toda, arrumou as instalações elétricas, fez uma garagem coberta, , construiu mais duas casas no mesmo terreno e colocou pra alugar. Ai ele trabalhava e tinha uma renda extra com os alugueis.
Depois de alguns anos, meu pai resolveu se mudar, até hoje não sei o motivo, creio que era pra ficar mais próximo do serviço. Ele comprou uma casa, em Suzano, aqui mesmo em São Paulo, mas bem afastado do centro. Meses se passaram, e do lado da casa dele, tinha um terreno grande, com varias casas, monde morava uma família inteira, onde os filhos se casavam e construíam no mesmo terreno. Depois de um tempo, chegou uns familiares da Bahia para esse terreno cheio de gente, e de lá veio uma garota de uns 15 anos de idade chamada Marinalva. Nessa mesma época, o meu irmão saiu da cidade de Guarulhos com uns amigos dele, para visitar meu pai, o detalhe é que eles foram de bicicleta, e levaram quase 6 horas para chegar em Suzano. Rsrsrs
Quando essa menina chegou, o meu irmão estava na varanda da casa do papai, e ele do lado de la, ficou conversando com os meninos ( meu irmão e os amigos) tipo, até rolou deles marcarem de ficar e tal, isso é o meu irmão e a garota.
Do domingo, o meu irmão voltou para Guarulhos com os seus amigos. Na mesma semana, sem querer meu pai já com 49 anos, conheceu a tal “garota baianinha”
Não sei que rolo deu, ela marcou com o meu pai de dormir na casa dele um dia ai, rsrs sei lá o que houve, até hoje não sei. Beleza, dias se passaram e a coisa estava ficando grave. Ela veio da Bahia, e estava na casa do tio dela, sobre a responsabilidade dele. Neste terreno que morava um monte de gente, morreu um senhor, ai teve o velório e meu pai como conhecia o “Presunto” , acabou indo. E lá no meio do velório, no meio de todo mundo, ele pediu a mão da Garota baiana em namoro, abriu o jogo lá, assim do nada, que já fazia um tempo que eles estavam juntos, que até dormir na casa dele, ela já tinha dormido, ai o tio dela aceitou numa boa, mesmo com todas as diferenças ficou tudo tranqüilo.
Ai ela acabou indo morar com meu pai, o povo todo da Bahia já sabia que “Nalvinha” (assim que ela era chamada), tinha se casado, com cara mais velho, um babado só rsrsr
Aos 17 anos, ela ficou grávida. Uauuuu.
Como meu pai trabalhava a noite, ele resolveu se mudar novamente, para a mesma casa que ele morava em Guarulhos.
Depois de alguns anos, meu pai resolveu se mudar, até hoje não sei o motivo, creio que era pra ficar mais próximo do serviço. Ele comprou uma casa, em Suzano, aqui mesmo em São Paulo, mas bem afastado do centro. Meses se passaram, e do lado da casa dele, tinha um terreno grande, com varias casas, monde morava uma família inteira, onde os filhos se casavam e construíam no mesmo terreno. Depois de um tempo, chegou uns familiares da Bahia para esse terreno cheio de gente, e de lá veio uma garota de uns 15 anos de idade chamada Marinalva. Nessa mesma época, o meu irmão saiu da cidade de Guarulhos com uns amigos dele, para visitar meu pai, o detalhe é que eles foram de bicicleta, e levaram quase 6 horas para chegar em Suzano. Rsrsrs
Quando essa menina chegou, o meu irmão estava na varanda da casa do papai, e ele do lado de la, ficou conversando com os meninos ( meu irmão e os amigos) tipo, até rolou deles marcarem de ficar e tal, isso é o meu irmão e a garota.
Do domingo, o meu irmão voltou para Guarulhos com os seus amigos. Na mesma semana, sem querer meu pai já com 49 anos, conheceu a tal “garota baianinha”
Não sei que rolo deu, ela marcou com o meu pai de dormir na casa dele um dia ai, rsrs sei lá o que houve, até hoje não sei. Beleza, dias se passaram e a coisa estava ficando grave. Ela veio da Bahia, e estava na casa do tio dela, sobre a responsabilidade dele. Neste terreno que morava um monte de gente, morreu um senhor, ai teve o velório e meu pai como conhecia o “Presunto” , acabou indo. E lá no meio do velório, no meio de todo mundo, ele pediu a mão da Garota baiana em namoro, abriu o jogo lá, assim do nada, que já fazia um tempo que eles estavam juntos, que até dormir na casa dele, ela já tinha dormido, ai o tio dela aceitou numa boa, mesmo com todas as diferenças ficou tudo tranqüilo.
Ai ela acabou indo morar com meu pai, o povo todo da Bahia já sabia que “Nalvinha” (assim que ela era chamada), tinha se casado, com cara mais velho, um babado só rsrsr
Aos 17 anos, ela ficou grávida. Uauuuu.
Como meu pai trabalhava a noite, ele resolveu se mudar novamente, para a mesma casa que ele morava em Guarulhos.
11/06/11 às 15:37
6- A Cabeça Speed e a aceitação das novas vidas dos construtores
Eu, de inicio achei meio estranho, aceitar que o relacionamento entre meu pai e minha mãe, não existia mais, não havia mais vinculo nenhum. E um pouco mais complicado foi aceitar a idéia do meu pai ter uma outra mulher que não fosse minha mãe. Aos poucos ele e ela, foram me mostrando que eles se gostavam, e queriam viver juntos, ainda mais por esta vindo uma outra criança. Com o tempo eu acabei aceitando de vez, que meus pais tinham que continuar suas vidas, e serem felizes com o que eles escolheram para eles.
A Marinalva, que aqui em São Paulo, foi apelidada de Val, até que era divertida, talvez por ser garota, e jovem eu acabei aceitando facilmente. Não que se fosse uma mulher mais velha, eu não aceitaria, mas iria ser mais complicado porque a Val era jovem, e gostava de fazer coisas que jovens gostavam e eu sempre acompanhava o ritmo, por ser criança, tudo eu achava divertido, como ir em um parquinho, brincar, ver tv, brincar na rua, tudo eu fazia com ela, porque ela era jovem, esse foi o grande diferencial da história.
Até o grande e esperado bebê chegar, estava tudo normal, tudo tranqüilo. E quando o tal bebê chegou, algumas coisas mudaram, a Val não tinha mais tempo para brincar comigo, e tudo era o tal bebê, que era uma menina, e ganhou o nome de Thais.
Eu entendia o porque da falta de tempo, e até gostava muito da Thais, mas todos queriam saber dela, tudo era ela, eu também entendia essa parte, porque era novidade, estava crescendo, toda aquela frescura de quando nasce uma criança e tal. A Thais foi crescendo e foi ficando super, mega, ultra mimada com todas as frescuras. Ai já começou a querer marcar território, já queria escolher as coisas, já queria tudo igual ao meu, ou o mais bonito era dela, o mais feio meu e por ai a vida ia passando. E eu em cada vez que ficava para trás, ia me aborrecendo, mas mesmo assim eu sempre gostei de ficar com a birrentinha, de brincar com ela, de tirar fotos, arrumar o cabelinho dela e tal.Isso com o tempo foi ficando chato, porque a menina era insuportável, e já ninguém mais queria saber dela.
18/06/11 às 19:11
Eu odiava quando eu estava com ela, e ela fazia algo de errado e eu batia nela, ai a mãe dela reclamava comigo, e aquela menina chata sempre era a vitima, e eu o monstro, a ovelha colorida da família. Mesmo assim, só por ódio, por ser uma pessoa Possessiva, prepotente e autoritária ( Palavras de Guilherme Sanchez), eu continuava a ordenar e bater nela quando ela fizesse algo errado, mas somente quando a mãe dela não estava presente, batia mesmo, sempre com o chinelo, não pra machucar , mas pra fazer sentir uma dor passageira e pra mostrar que era errado fazer novamente.
07/09/11 às 18:37
7-A Cabeça Speed e a aceitação da nova vida dos construtores (parte 3)
Bom, aqui estou eu novamente escrevendo um pouco sobre minha VIDA!! Rs
O pai , já com os seus tra la la de idades, começou a pensar em se mudar para a zona rural, viver no campo, cuidar de criações e outras coisas do MATO! Mas para isso, ele precisava se aposentar, logo mais quando chegou o grande dia, ele já tinha comprado um Sitio, no Sul de Minas Gerais, e ai começou a minha nova vida!!!!
8- Garoto duas vidas/ Mudança Geral
Quando meu pai se mudou para o Sitio, eu fui junto com ele, para conhecer o lugar, distrair minha mente, tentar saber mais ou menos como seria a minha vida dali pra frente!
No dia da mudança, foi muito dolorido para todos, digo todos mesmo, antes de sair de sua casa aqui em São Paulo, uma multidão se formou na rua onde meu pai morava, para se despedirem! Meu pai sempre foi uma pessoa muito querida aqui onde vivo, aquelas pessoas que estava ali naquele momento, estavam por realmente ter um grande sentimento com o meu velho. Meu Velhinho sempre ajudou as pessoas, sempre foi amigo, dava conselhos, oportunidades, ajudava no que fosse preciso, mas fazia a parte dele. Naquele dia, antes da partida, as pessoas formaram uma em fila para poder abraçar meu pai, se despedir, levar lembranças e cartas! Foi um dia muito bonito, e foi nesse dia em que percebi, que eu gostaria de ser uma pessoa igual ao meu pai, ser querido, amado, respeitado!
O meu irmão foi o ultimo a se despedir do meu pai, chorou igual há um recém nascido, e disse suas ultimas palavras:
- Pai, tem certeza que vai fazer isso papai?
O meu pai logo respondeu:
- Sim filho, mas não se preocupe, eu sempre irei te ligar, sempre virei te visitar, mas eu quero te pedir uma coisa. Quero que cuide do seu irmão como se fosse seu filho.
O meu irmão, ainda chorando:
- Pai, pode deixar, ele será uma pessoa honesta e trabalhadora. Vá com Deus.
O meu pai partiu e as pessoas ainda estavam lá, olhei no vidro de trás e la estava o meu irmão, no meio da rua, chorando, soluçando e solitário olhando a nossa partida.
11/09/11 Às 21:51
9-GAROTO DUAS VIDAS/MUDANÇA GERAL(Parte 02)
Assim que saímos da Rodovia Fernão Dias, entramos em uma estrada de terra, onde ainda andamos por quase 2 horas. Assim que chegamos no destino, descemos do carro, fomos irando as malas, e depois eu fui conhecer o ambiente, olhei a casa, andei no pomar, passei por um pasto, onde o mato estava grande, mais em baixo tinha um pesqueiro com 2 lagos, e mais a frente, havia uma área grande, próximo a um brejo, onde era perfeito para a plantação de arroz.
Nessa casa, pelo menos havia luz, mas nesse dia foram muitas confusões, pois tínhamos que montar os moveis, já estava quase escurecendo, as mulheres tinham que fazer a janta, pois ainda não tínhamos nem almoçado. Foi um dia duro.
Com o passar dos dias, as coisas foram ficando boas, e já fizemos amizades com os moradores mais próximos, e depois fomos conhecendo outros e já nos sentíamos da família. Eu metido como sempre, estava de férias e estava só curtindo o lugar. Já pegava cavalo emprestado com o visinho, já entrava nas plantações de morando para apanhar morangos escondidos, e vivia no meu das outras crianças fazendo a maior bagunça em todos os lugares, íamos para as cachoeiras, saiamos para fazer pique-nique, pescávamos nos lagos e outras milhões de aventuras.
Com o tempo, as minhas férias foram acabando, e eu já devia voltar para São Paulo, por causa das aulas, e também já tinha ficado tempo demais ali, tinha que curtir um pouco uns dias com minha querida mãezinha.
24/12/2011 ás 22:03
Quando eu era mais jovem, tipo, os meus 12 anos de idade, pois é, 12 anos. Eu brincava muito com alguns amigos na minha própria rua, brincávamos de diversas forma, fazíamos amarelinha, brincávamos de policia e ladrão, de tiroteio, esconde- esconde, de pega-pega, Maria mole, rouba bandeira e outras brincadeiras....
Em um desses dias eu brinquei e fiquei muita cansado, todo mundo ficou exausto naquele dia, todos foram para suas casa e eu entrei, tomei um banho super mega ultra demorado e sai pra fora, e me sentei na frente de casa, fiquei la vendo o povo na rua, fiquei la como aquelas pessoas que não tem o que fazer.
Eu la numa boa, passou um amigo meu, e foi la conversar comigo numa boa, ele estava saindo da escola, e não tinha nem levado material nenhum. Ele me chamou para super na arvore que tem em frente a minha casa, é um pé de uva japonesa. Subimos e ficamos la, tacando as uvas, nas crianças que saiam da escola, isso era próximo as 19 horas. Minutos se passaram, e já não tinha mais crianças saindo da escola, a rua estava quase deserta.
Ele disse que ia para casa, que estava cansado e queria muito usar o banheiro, eu eu perguntei se ele queria fazer o numero 1 ou o 2. Ele me respondeu que seria o 1, ai eu disse para ele fazer ali mesmo, para mirar la no asfalto e pronto, era noite, não tinha quase ninguém na rua, ninguém ia ver nada, ai ele não precisava ir para casa. E foi isso o que ele fez, da forma como eu mandei ele fazer. Ai menino(a) quando eu vi, aquele instrumento, foi a gota d’água... não resisti e passei a minha mão, bem lentamente no pênis dele, por cima da calça. Ele me disse:
-Está doido? Para!!
E eu respondi: Cala a boca!! Fica quieto!
Continuei passando a mão nele, e percebi que ele começou a tremer, olhei no rostinho dele, ele estava tremulo, com o rostinho vermelho, era a coisa mais fofa que eu tinha visto na vida.
Ai, eu tirei para fora e comecei a mexer de qualquer jeito, não sabia como fazia, nunca tinha feito nada parecido.... aos poucos eu fui aprendendo o babado, e continuei com muito cuidado!
Ele tem a mesma idade do que eu, chamarei daqui por diante de (R), pela inicial do nome dele. Na época, além de ser uma gracinha, ele tinha documento de gente grande.
O garoto com 12 anos, já tinha tudo de bom, fiquei louquinho!! Já maluco querendo namorar o garoto!!
De repente eu pensei super rápido e o chamei para ir em minha casa, não tinha ninguém, mas não fomos em casa, é assim, em casa, temos outros dois cômodos com banheiro separados, mas no mesmo quintal. Peguei as chaves deste, e fomos para o ninho. Rsrsr
Acho que não devo continuar essa história, acho que irei pular para outra! rsrs
18/05/2012
Bom, depois de muitos meses sem posts estou eu aqui novamente para compartilhar “ Coisas de GAY “
Eu sempre pensei nas coisas que minha mãe me dizia, que homens só queria saber de sexo e nada a mais. Que um dia se eu desenvolvesse um problema de saúde, ela queria saber qual deles que eu já me envolvi iria lá para me visitar. Além disso, me dizia que se para as mulheres conseguir um namorado sério, está super difícil, imagine para um homem conseguir conquistar outro homem. Mas apesar dela está meio certa, ainda existem pessoas que levam a vida mais a sério do que uma grande parte de pessoas que só pensam em si, no prazer próprio e em suas próprias conquistas.
Aqui começa uma nova fase da vida de um garoto que achava que ninguém iria querer se envolver com ele para realmente ama-lo e respeita-lo.
Continua......





